terça-feira, 24 de maio de 2016

8 inverdades sobre o impeachment




Olá a todos!

Após passar mais algum tempo longe do meu blog por estar ocupado com os "trâmites da minha vida financeira", venho hoje compartilhar um artigo interessante e útil sobre o ainda vigente processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. 

Escrito por Felippe Hermes para o Spotniks, o artigo expõe e avalia 8 inverdades que vêm sendo proferidas por críticos do impeachment, à saber:

  • Que 17 governadores seriam igualmente culpados por crimes de pedalada fiscal;
  • Que Dilma teria "pedalado" para pagar programas sociais (como se isso desfizesse a caracterização de crime!);
  • Que o TCU nunca julgou "pedaladas" como crime de responsabilidade;
  • Que o impeachment é uma tentativa de derrubar uma presidente democraticamente eleita (o ponto fraco do artigo);
  • Que Temer não poderia assumir como presidente interino por não ter sido eleito;
  • Que Eduardo Cunha seria o vice de Michel Temer;
  • Que o processo de impeachment é ilegítimo por ter sido aprovado por um Congresso corrupto;
  • E que tirar a Dilma não irá acabar com a corrupção (embora literalmente verdadeira, a falha da colocação está em errar o alvo do processo)

Para conferir o artigo, clique aqui.


Que o Senhor seja com vocês,

Momergil


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quarta-feira, 4 de maio de 2016

Caridade com o dinheiro dos outros




Olá a todos!

A caridade pregada pelo Cristianismo não é através do Estado com o dinheiro alheio retirado coercivamente, mas voluntariamente com os seus próprios recursos. Se os demais vão ajudar ou não, isso fica entre eles e Deus. 

Como disse João Batista, "se você tem duas túnicas, dê uma ao que não tem" e não "se você ver uma pessoa ao seu lado com duas túnicas, chame um guarda romano para tirar uma das dele e dar ao que não tem [e ainda ficar com o crédito de benfeitor dos necessitados]".

"Mas assim talvez nem todos queiram dar a sua segunda túnica e haverá muitos necessitados que não serão atendidos (vide tragédia dos comuns). A única forma de garantir que todos serão atendidos é por meio do Estado!".

Ainda que esse fim fosse mesmo inevitável e que o Estado conseguisse garantir isso adequadamente, esse é um risco que o amor e o livre arbítrio naturalmente trazem. E adivinhem? Deus preferiu criar um mundo com seres dotados de livre-arbítrio para exercerem o bem, ainda que nisso pudessem [e viriam a] exercer o mal, do que um em que as criaturas não teriam livre arbítrio embora, por programação, sempre fizessem o certo. Para Deus um mundo com amor sendo parcialmente exercido é melhor do que um sem amor embora com resultados otimizados. 


Que o Senhor seja com vocês,

Momergil


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